Uma reforma administrativa profunda

Fim da estabilidade para novos servidores. Progressão na carreira revista e avaliação de desempenho sistemática. Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, sem exceção, fazendo parte de uma nova estrutura do Estado. A criação de um órgão central de recursos humanos para gerir o funcionalismo público. Estas são algumas das medidas defendidas pela frente parlamentar da reforma administrativa.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, o deputado federal Tiago Mitraud, filho de servidores aposentados, defendeu os pontos de vista dessa frente parlamentar. Este bloco, presidido por ele, quer criar uma pressão positiva no Congresso para o debate da reforma administrativa. “A reforma precisa ser profunda, não superficial”, disse Mitraud.

Na terça-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que enviará na quinta (3) o texto da reforma para o Congresso. É uma mudança de posição. Em julho, Bolsonaro havia dito que essa proposta iria ficar para 2021.