O fenômeno das live

Hoje à noite tem live de humor com Fábio Porchat, Marco Luque, Maurício Meirelles e Leandro Hassum. Os 4 participam do festival de stand-up comedy Risadaria em Casa, às 21 horas. 

Esses eventos virtuais — chamados de live – se multiplicaram rapidamente com as medidas de isolamento social e se tornaram um grande negócio para quem faz, para o público e também para a rede de amparo a populações pobres e hospitais. 

As live ampliam a possibilidade de doações. Muitas têm um QR Code no canto da tela para facilitar a doação de quem está em casa. Os artistas lembram a todo momento os nomes das instituições que serão beneficiadas e cita as empresas que estão colaborando. Tudo ao vivo. 

São shos intimistas (mas com milhões assistindo e interagindo nas redes sociais), despojados, cheios de improvisos. O público adora e tem sido fiel a essas transmissões. Tem  de música popular, clássica, debates com profissionais de saúde, política, economia, filosofia. É um universo de possibilidades. 

Esses eventos têm tido um papel importante: movimentam o mercado de entretenimento, levam diversão e informação para quem está em casa e ampliam as doações. Você não precisa nem se lembrar do horário da live. É só se inscrever no canal do artista ou instituição que fará o evento, clicar em “Inscrever-se” e depois no “sininho”, para ser avisado antes da transmissão começar.