Ensino integral: por que é difícil fazer o que tem que ser feito?

É aflitivo ver como coisas que parecem simples, e que todos já sabem que devem ser feitas, são tão difíceis de se colocar em prática. Hoje a Folha de São Paulo traz uma matéria interessante sobre o tema ensino integral e sobre as dificuldades de sua implantação.

Olha-se o mundo, olham-se as práticas nacionais de sucesso, olham-se os estudos acadêmicos (olha-se até o famigerado bom senso) e pimba, não sobram dúvidas: quanto mais tempo o aluno permanece na escola, melhor.

O governador quer, o secretário de educação quer, escolas querem mas um emaranhado de discursos e práticas diversionistas em nome da “melhora” ou ”aperfeiçoamento” do sistema de ensino integral parecem ter um único objetivo: atrasar, postergar, arrumar problemas, criar dificuldades.

Não há ideias perfeitas e que não possam ser melhoradas, mas não seria mais produtivo subir no trem do que ficar gritando do lado de fora?