Congelamento salarial é mantido

Com o apoio de Rodrigo Maia, a Câmara dos Deputados manteve na quinta-feira (20) o congelamento salarial dos servidores públicos. O veto presidencial tinha sido derrubado pelo Senado na quarta-feira (19).

O crescimento das despesas obrigatórias, como aposentadorias e salários de servidores, está pressionando o Orçamento. De acordo com o Ministério da Economia, o reajuste dos salários aumentaria entre R$ 98 bilhões e R$ 120 bilhões as despesas da União. 

Sem conseguir avançar na reforma administrativa, o congelamento salarial representa um respiro para o governo, que estuda estender o prazo de pagamento do auxílio emergencial. Previsto para acabar nas próximas semanas, o benefício deve ser prorrogado, mas ter um valor menor que os atuais R$ 600. Com o veto, as possibilidades são ampliadas.