Biden ganha força com o repique do coronavírus

O coronavírus é um grande problema para Donald Trump desde o início da corrida presidencial. Com o recente aumento de novos casos em diversos estados-chave, o favoritismo de Joe Biden pode se consolidar na reta final de campanha, que se encerra na terça-feira (3).

O republicano defende que a economia não vai parar por causa da crise sanitária e que o governo não pode ser culpado por causa do “vírus chinês”. Infectado, Trump promoveu uma reunião presencial na Casa Branca para anunciar a juíza Amy Coney Barrett para a Suprema Corte, contaminando autoridades, jornalistas e até a primeira-dama, arranhando ainda mais a sua imagem.

Agora, a doença voltou a ganhar força nos 16 estados onde a disputa é acirrada. O democrata Tony Evers, governador de Wisconsin, disse que o momento é de “crise iminente, com risco para você e sua família”. Seus eleitores típicos não demonstram interesse pela pandemia, mas Trump tem sido mal avaliado pelos apoiadores que se sentem ameaçados pelo coronavírus.